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Vereadora critica medida provisória sobre cargos de professores substitutos
Vereadora critica medida provisória sobre cargos de professores substitutos
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Vereadora critica medida provisória sobre cargos de professores substitutos

Débora Guedes aponta questionamentos à constitucionalidade e risco de salários abaixo do piso nacional.

Redação
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18 de março de 2026 ·

A vereadora Débora Guedes (sem partido informado) manifestou solidariedade, nesta terça-feira (17), aos servidores da educação de Palmas (TO) que foram à Câmara Municipal buscar esclarecimentos sobre uma medida provisória aprovada recentemente. A proposta trata da criação de cargos para professores substitutos na rede municipal.

Segundo a parlamentar, a medida gera insegurança entre os trabalhadores e pode comprometer a valorização da categoria. Ela destacou que há questionamentos sobre a constitucionalidade da proposta e uma preocupação concreta: os profissionais poderão receber salários abaixo do piso nacional estabelecido para professores.

Defesa da transparência e dos direitos

Em discurso na tribuna, Débora Guedes defendeu a necessidade de transparência e respeito aos direitos dos servidores, pedindo a revisão da medida provisória. “Não podemos admitir retrocessos na educação. É preciso diálogo, responsabilidade e valorização dos nossos professores”, afirmou a vereadora, em citação direta.

A presença dos servidores no plenário durante a sessão evidenciou a tensão em torno do tema. A medida, que já foi aprovada, agora é alvo de críticas por parte de representantes dos trabalhadores e de alguns vereadores, que veem riscos de precarização.

Contexto e próximos passos

Medidas provisórias são instrumentos com força de lei editados pelo Poder Executivo, que precisam ser votadas pelo Legislativo em um prazo determinado para não perderem a validade. A que trata dos cargos de professores substitutos em Palmas segue esse rito.

Com as críticas levantadas, a discussão deve seguir nos próximos dias na Câmara Municipal. A pressão dos servidores e o posicionamento de vereadores como Débora Guedes indicam que a implementação da medida pode enfrentar novos debates e possíveis ajustes antes de ser consolidada.

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