Operação contra tráfico internacional de cocaína prende três e apreende drogas no TO
Ação policial desarticulou núcleo de facção criminosa que usava propriedade rural como base logística no feriado.
Três homens foram presos em flagrante neste domingo (5) após a apreensão de vários fardos de cocaína enterrados em uma área de mata no Tocantins. O grupo foi localizado em uma propriedade rural no Vale do Araguaia, região oeste do estado, que era utilizada como base logística para o tráfico internacional da droga. A quantidade de cocaína apreendida ainda está sendo contabilizada pelas autoridades.
A operação, batizada de "Sentinela Pascal", foi realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins (FICCO/TO). Conforme a força-tarefa, o feriado foi aproveitado pela organização criminosa para movimentar os entorpecentes. Os nomes dos presos e da cidade exata da apreensão não foram divulgados.
Droga foi encontrada em buraco camuflado
As drogas foram encontradas dentro de um buraco, protegido por uma lona e coberto por folhas e vegetação, em uma área de mata. O local foi localizado após o monitoramento dos integrantes do grupo pelos agentes. Além da cocaína enterrada, a operação resultou na apreensão de diversos galões com combustível para aviação e duas caminhonetes utilizadas para o transporte terrestre.
Todo o material apreendido e os três presos foram encaminhados à Superintendência Regional da Polícia Federal no Tocantins. Os investigados devem responder pelos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa. As penas somadas pelos três delitos podem ultrapassar 30 anos de reclusão.
Força-tarefa atuou de forma integrada
A FICCO/TO é composta pelas Polícias Federal, Civil, Militar e Penal do Estado do Tocantins e atua sob a coordenação da PF. Participaram da ação a Delegacia de Repressão a Drogas da Polícia Federal no Tocantins (DRE/PF/TO), as Delegacias da PF em Araguaína/TO e Redenção/PA, o Batalhão de Operações Especiais (BOPE/PM/TO), o 8º BPM/PMTO, o CRP-1 e o CPE.
O g1 não conseguiu contato com a defesa dos investigados para obter um posicionamento sobre as acusações.
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