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Oito secretários deixam governo do Tocantins antes de prazo eleitoral

Oito secretários deixam governo do Tocantins antes de prazo eleitoral

Exonerações ocorrem dois dias antes do limite para desincompatibilização de gestores que pretendem concorrer nas eleições.

Redação
Redação

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2 de abril de 2026 ·

Oito secretários do primeiro escalão do Governo do Tocantins pediram exoneração de seus cargos. As saídas foram publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (1º) e ocorrem antes do prazo-limite de 4 de abril, estabelecido pelo Calendário Eleitoral para a desincompatibilização de membros do Executivo que desejam concorrer nas eleições.

Entre os que deixaram o governo estão o comandante-geral da Polícia Militar, Márcio Antônio Barbosa de Mendonça, e o secretário Extraordinário de Ações Governamentais, Lázaro Botelho Martins. O documento oficial também trouxe os nomes dos novos gestores nomeados para assumir as pastas.

Mudanças nas secretarias

Na Governadoria, Katiuscya Alves Barbosa Chaves foi substituída por Diogo Vinícius Ferreira de Araújo Lima. A Secretaria Extraordinária de Políticas de Governo Descentralizadas passou a ser comandada por Raquel Rosendo de Souza Medeiros, no lugar de Wellington Ferreira de Medeiros.

Renata Cristina de Melo Silva assumiu a Secretaria de Estado de Assuntos Institucionais, substituindo Iderval João da Silva. Na Segurança Pública, Luciano Barbosa de Souza Cruz foi nomeado para o cargo que era de Bruno Sousa Azevedo.

Novos nomes no Esporte, Educação e Indústria

Fraudneis Fiomare Rosa é o novo secretário de Estado dos Esportes e Juventude, no lugar de Atos Gomes de Araújo. Na Educação, Celestina Maria Pereira de Souza substitui Fábio Pereira Vaz.

Na Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços, Enil Henrique Alves de Brito assumiu como secretário executivo, sucedendo Elenil da Penha Alves de Brito. Já na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Tocantins (FAPT), Adriano Rodrigues de Moraes pediu exoneração da presidência da instituição.

Contexto eleitoral e próximos passos

A desincompatibilização é um requisito legal para servidores que ocupam cargos de confiança e desejam se candidatar nas eleições. O prazo final, 4 de abril, visa garantir isonomia na disputa eleitoral. As novas nomeações buscam assegurar a continuidade administrativa do governo estadual no período que antecede o pleito.

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