Irã marca para amanhã primeira execução de manifestante, diz ONG
Condenado à morte por suposta participação em protestos, jovem de 23 anos pode ser enforcado na madrugada desta quarta-feira.
O governo do Irã marcou para a madrugada desta quarta-feira (14) a primeira execução de um manifestante condenado à morte por suposta participação nos protestos que tomaram o país, segundo informações da organização não governamental Iran Human Rights (IHR). O condenado, identificado como Mohammad Ghobadlou, de 23 anos, foi sentenciado por "corrupção na terra", acusação frequentemente usada em casos políticos.
Ghobadlou foi preso durante os protestos em massa que eclodiram em setembro de 2022, após a morte da jovem Mahsa Amini sob custódia da polícia da moralidade. Os tribunais revolucionários iranianos, conhecidos por julgamentos sumários, o condenaram à pena capital. A ONG afirma que a família do jovem foi informada da data da execução, que deve ocorrer por enforcamento na Prisão de Rajai Shahr, em Karaj.
Advogado da Petrobras é favorito para assumir Ministério da Justiça
Em Brasília, o advogado-geral da Petrobras, André Luiz de Almeida Mendonça, surge como o principal nome na lista tríplice para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública. A indicação segue a saída do ministro anterior, que deixou o cargo na última semana. Mendonça, que possui extensa experiência no setor público e privado, é considerado um técnico com perfil conciliador.
A lista, encaminhada ao Palácio do Planalto, também inclui outros dois nomes de procuradores com trajetória em combate à corrupção. A expectativa é que o presidente anuncie a escolha nos próximos dias, buscando estabilidade para a pasta em um ano eleitoral.
Três membros do PCC são presos por mandado de morte contra delegado
A Polícia Civil de São Paulo prendeu na manhã desta terça-feira (13) três integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) acusados de ordenar o assassinato do delegado Ruy Ferraz Fernandes. A operação, batizada de "Escudo Legal", cumpriu mandados de prisão preventiva nas cidades de São Paulo, Guarulhos e Osasco.
Segundo as investigações, os presos faziam parte de uma célula de planejamento de crimes encomendados dentro do presídio de segurança máxima onde estão detidos. O delegado Ruy Ferraz, alvo do plano, é conhecido por investigações de alto impacto contra o tráfico de drogas e organizações criminosas no estado. As autoridades acreditam que a prisão desarticula um braço operacional importante da facção.
Brasil pode sofrer retaliação após tarifa de Trump, analisa economista
A colunista e economista Miriam Leitão alertou, em análise publicada no jornal O Globo, que o Brasil pode "levar um tiro" como consequência das novas tarifas alfandegárias anunciadas pelo ex-presidente dos EUA, Donald Trump. A medida, que visa produtos chineses, pode desencadear uma guerra comercial com efeitos colaterais para economias emergentes, incluindo a brasileira.
Leitão argumenta que, em um cenário de retaliação global, as exportações brasileiras de commodities como soja e minério de ferro podem ser impactadas, afetando a balança comercial. "O país está na linha de fogo de uma disputa da qual não é parte, mas da qual certamente será vítima", escreveu a colunista.
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A atriz Zoe Saldaña se tornou a artista com maior bilheteria acumulada da história do cinema, superando a marca anteriormente detida por Samuel L. Jackson. Seu feito é impulsionado por papéis em franquias bilionárias como "Avatar" e "Vingadores".
O ex-piloto brasileiro de Fórmula 1, Antônio Pizzonia, foi preso nos Estados Unidos acusado de agressão doméstica. O caso está sob investigação das autoridades locais na Flórida.
Um deputado federal é alvo de uma operação da Polícia Federal que investiga desvios em emendas parlamentares. As buscas e apreensões ocorreram em seu gabinete e residência.
Nos Estados Unidos, o ex-presidente Bill Clinton e a ex-secretária de Estado Hillary Clinton se recusaram a depor perante uma comissão do Congresso que investiga as conexões do falecido financista Jeffrey Epstein. Advogados dos Clinton alegam perseguição política, enquanto documentos do caso mostram fotos do ex-presidente com o bilionário e jovens mulheres.
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