Homem é preso suspeito de matar vizinho a tiros após briga por água e energia em Araguaína
Crime ocorreu no setor Presidente Lula; filho da vítima atropelou acidentalmente uma mulher de 67 anos ao tentar atingir o suspeito.
Um homem de 27 anos foi preso em Araguaína, no Tocantins, suspeito de matar a tiros um vizinho, de 45 anos, que se recusou a fornecer água e energia a ele. O crime aconteceu na noite de sábado (25), no setor Presidente Lula, após uma discussão entre os dois.
De acordo com a Polícia Militar (PM), o suspeito deixou o local após a briga, mas retornou minutos depois armado com um revólver calibre .38. Ele efetuou três disparos, que atingiram a vítima no rosto, no tórax e no braço esquerdo. O homem baleado foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado ao Hospital Regional de Araguaína, mas não resistiu aos ferimentos.
Atropelamento acidental durante a fuga
No momento do crime, o filho da vítima, de 23 anos, chegou ao local e tentou atropelar o atirador com o carro. No entanto, ele acabou atingindo acidentalmente uma mulher de 67 anos, que sofreu escoriações leves. A PM não informou se ela precisou de atendimento médico.
O suspeito não teve o nome divulgado pela polícia. O g1 não conseguiu contato com a defesa dele até a última atualização desta reportagem.
Prisão e apreensão de armas
O suspeito foi localizado na Avenida Via Norte, no setor Maracanã, e se rendeu sem resistência. Com ele, os policiais encontraram a arma usada no crime, um revólver calibre .38, além de quatro munições intactas.
Em paralelo, outra equipe da PM abordou a companheira do suspeito, uma mulher de 24 anos, que tentava retirar a moto do homem do local. Segundo os militares, o veículo tinha registro de furto. A esposa e o filho do suspeito foram ouvidos e liberados em seguida.
Indiciação e próximos passos
O suspeito foi levado à Central de Flagrantes e autuado por homicídio qualificado por motivo fútil, porte ilegal de arma de fogo e receptação. A motocicleta, o revólver e as munições foram apreendidos.
A Polícia Civil do Tocantins deve dar continuidade às investigações para esclarecer todos os detalhes do caso. O g1 acompanha o andamento do processo.
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