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Homem é preso em Guaraí por invadir casa da ex e usar cartão dela para compras

Homem é preso em Guaraí por invadir casa da ex e usar cartão dela para compras

Suspeito descumpriu medidas protetivas e deixou tornozeleira eletrônica descarregar para não ser monitorado pela polícia.

Redação
Redação

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31 de janeiro de 2026 ·

Um homem foi preso pela Polícia Civil na tarde de sexta-feira (30) em Guaraí, no Tocantins, suspeito de cometer violência doméstica contra a ex-companheira. A prisão ocorreu após investigação que apurou a invasão da casa da vítima e o uso não autorizado de seu cartão de crédito para realizar compras.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP-TO), a mulher já havia registrado boletins de ocorrência e solicitado medidas protetivas contra o ex-companheiro, identificado apenas pelas iniciais R.D.P. Apesar das ordens judiciais, o suspeito descumpriu as medidas em diversas ocasiões.

Operação conjunta prende suspeito

A prisão foi realizada em uma operação conjunta da 3ª Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) de Araguaína com a 47ª Delegacia de Polícia de Guaraí. R.D.P. foi localizado após a troca de informações entre as equipes policiais, que descobriram que ele havia se mudado de Araguaína para a região de Guaraí.

O homem foi levado para a 7ª Central de Atendimento, passou pelos procedimentos necessários e foi detido na unidade policial local. Ele aguarda a decisão da Justiça de Araguaína. O g1 não conseguiu contato com a defesa do preso.

Descumprimento de medidas e fuga do monitoramento

Durante a investigação, a Polícia Civil constatou que o suspeito deixou a tornozeleira eletrônica que utilizava descarregar, o que o tornou impossível de ser rastreado pelas autoridades. A ação foi interpretada como uma tentativa deliberada de fugir do monitoramento judicial.

A violência doméstica é crime previsto na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), que estabelece medidas protetivas para coibir a violência contra a mulher. O descumprimento dessas medidas configura crime, com pena que pode variar de três meses a três anos de detenção.

A SSP-TO reforçou o compromisso das delegacias especializadas no combate à violência contra a mulher e destacou a importância da colaboração entre as unidades policiais para a efetivação de prisões em casos como este.

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