Pesquisa Quaest no Tocantins: 61% aprovam e 21% desaprovam governo Wanderlei
Levantamento encomendado pela TV Anhanguera ouviu 804 eleitores entre 21 e 24 de agosto; margem de erro é de 3 pontos.
Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25) mostra que 61% dos eleitores aprovam e 21% desaprovam o governo de Wanderlei Barbosa (Republicanos) no Tocantins. O levantamento foi encomendado pela TV Anhanguera.
O estudo também perguntou se o governador merece ser reeleito ou se deve eleger um sucessor, além de questionar qual é o principal problema do estado. A pesquisa ouviu 804 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto.
Metodologia e registro
A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é TO-02161/2026.
Os dados foram coletados presencialmente em domicílios, seguindo a metodologia padrão da Quaest para pesquisas de opinião pública.
Principais problemas apontados
A Quaest perguntou aos eleitores qual é o principal problema do estado. Os temas mais citados incluem demandas nas áreas de saúde, infraestrutura e segurança pública, refletindo as prioridades da população tocantinense.
O levantamento completo com todos os temas citados está disponível no relatório da pesquisa, que pode ser consultado no site do Tribunal Superior Eleitoral.
Contexto político
Wanderlei Barbosa, do Republicanos, está à frente do Executivo estadual desde 2022, quando assumiu após a eleição. A pesquisa ocorre em um momento de avaliação do governo, com indicadores que podem influenciar o cenário político local.
O resultado positivo de aprovação reforça a base de apoio do governador, enquanto os 21% de desaprovação indicam um núcleo de insatisfação que pode ser alvo de oposição.
Próximos passos
Os números serão utilizados por partidos e candidatos para planejar estratégias eleitorais. A TV Anhanguera, que encomendou o estudo, deve divulgar novos detalhes nos próximos dias.
O g1 Tocantins acompanha a repercussão da pesquisa e trará análises de especialistas sobre os impactos políticos dos números.
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